Quem sou

Eu encontro sentido antes de dar forma.

Sou Henrique Coltri, publicitário e brand designer.

Transformo o que existe de verdadeiro em uma marca em direção, identidade e presença. Porque antes de decidir como ela deve aparecer, é preciso compreender o que ela tem para dizer.

Antes da identidade, vem a verdade.

É dela que nasce todo o resto.

Quem sou

Henrique Coltri

Publicitário de formação. Brand designer por escolha.

Minha forma de trabalhar foi construída entre criação, comunicação e experiência. A educação Waldorf, a formação em Publicidade e Propaganda no Mackenzie e a passagem por diferentes áreas do design ampliaram meu repertório e a maneira como observo pessoas, negócios e marcas.

Hoje, meu trabalho é encontrar o que existe de mais verdadeiro em cada marca e transformar isso em direção, identidade e presença.

O restante do caminho foi feito de escolhas, mudanças, descobertas e algumas histórias que ajudam a explicar como cheguei até aqui.

Formação

Publicidade e Propaganda Mackenzie

Base

Educação Waldorf criatividade e visão humanizada

Atuação

Branding identidade e direção de marca

+300

marcas atendidas

+50

projetos de branding criados

+10 anos

de experiência em design

Minha história

Antes de criar marcas, eu precisei descobrir o meu próprio caminho.

Minha relação com a criação começou muito antes de eu descobrir que ela poderia se tornar profissão. Entre a escola Waldorf, o teatro, campanhas estudantis e uma mudança para São Paulo, fui entendendo aos poucos o caminho que me trouxe até o branding.

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Minha jornada na publicidade começou muito antes de eu entender que essa seria a resposta para uma pergunta que ouvimos tantas vezes na infância: “O que você quer ser quando crescer?”

Estudei até os 18 anos em uma escola com pedagogia Waldorf. Cresci em um ambiente no qual criar, experimentar, construir e se expressar faziam parte da formação. A criatividade foi se desenvolvendo em mim de maneira tão natural que, por muito tempo, eu nem percebia que ela já estava indicando um caminho.

Lembro de uma apresentação de teatro no oitavo ano. Meu personagem era um peixeiro e tinha apenas uma fala: “Olha o peixe!”. Achei aquilo sem graça. Minha cabeça começou a procurar uma forma melhor de entrar em cena e, no primeiro ensaio, apareci gritando: “Peixe frio ou peixe quente, há preferência do cliente!”.

Na época, foi apenas uma brincadeira. Hoje, olhando para trás, percebo que a publicidade já morava em mim. Eu ainda não conhecia seu nome, mas já pensava em mensagem, ritmo, atenção e público.

Alguns anos depois, fui presidente do grêmio estudantil. Naturalmente, acabei assumindo toda a criação da campanha. Desenhei camiseta, fiz santinhos, pensei nos materiais e até criei e editei jingles. Tudo de forma amadora, com os recursos e conhecimentos que eu tinha naquele momento, mas com um envolvimento que já revelava muito sobre quem eu era.

Mesmo assim, quando chegou o momento de escolher uma profissão, eu tinha certeza de que seria advogado. Ainda não tinha percebido que vinha vivendo a criação desde sempre.

Nas férias do penúltimo ano da escola, meus pais conseguiram uma oportunidade para que eu passasse uma semana no escritório de um amigo advogado. Foi uma experiência importante porque me mostrou, com bastante clareza, que aquele não era o meu lugar.

Voltei para casa acreditando que havia retornado à estaca zero. Sem saber qual caminho seguir, conversei com meu pai. Foi então que ele me disse algo que mudou minha trajetória:

“Filho, você sabe que eu e sua mãe nunca quisemos escolher uma profissão por você. A decisão sempre será sua, com todo o nosso apoio. Mas eu vejo como você fica feliz criando as coisas. Você já pensou em fazer publicidade?”

Foi como se algo que sempre estivera diante de mim finalmente se tornasse visível.

Comecei a pesquisar sobre a profissão. Assisti a vídeos, li textos, procurei depoimentos e tentei compreender tudo o que fazia parte daquele universo. Quanto mais eu conhecia, mais reconhecia a mim mesmo.

Naquele momento, tive certeza.

Meu último ano do ensino médio passou a ser dedicado à preparação para cursar Publicidade e Propaganda. Fui aprovado na Universidade Federal de Mato Grosso e na Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo.

Escolhi partir.

Deixei Cuiabá e comecei uma nova fase da minha vida em São Paulo, cidade onde nasci, carregando entusiasmo, curiosidade e vontade de descobrir até onde a criação poderia me levar.

No Mackenzie, tive minha primeira experiência profissional na Redação Virtual, uma agência interna de comunicação criada por alunos para alunos. Ali, tive a oportunidade de liderar a equipe de arte. Foi o começo de tudo: os primeiros projetos, as primeiras responsabilidades e a primeira experiência de transformar ideias em comunicação para um público real.

Quando meu período no projeto terminou, fui aprovado na minha primeira entrevista de emprego e passei a integrar a equipe de marketing digital da Lopes, uma das maiores empresas do mercado imobiliário da América Latina.

Paralelamente, um amigo que conheci no bairro onde morava me convidou para trabalhar com design na Goobec, escola de marketing digital parceira do Google. Foram anos importantes, em que ampliei meu olhar sobre comunicação, ambiente digital, comportamento e resultado.

Então veio a pandemia e, com ela, uma nova etapa profissional.

Entrei para a Dear Digital, que se tornou uma das grandes escolas da minha trajetória no design gráfico. Foi um período de muito aprendizado, evolução técnica e amadurecimento criativo.

Mais tarde, recebi um convite do meu primo para entrar em um universo completamente diferente: o Retail Design e a arquitetura comercial.

Passei a trabalhar na Total Varejo, um dos grandes escritórios da área. Foi ali que minha compreensão sobre design se expandiu. Eu já não estava criando apenas peças ou identidades isoladas. Passei a pensar em atmosferas, espaços, experiências, comportamentos e percepções.

Entendi que uma marca não vive somente em um logotipo, em uma paleta de cores ou em uma campanha. Ela vive em tudo aquilo que faz alguém sentir.

Na Total Varejo, participei da construção de marcas de diferentes segmentos, no Brasil e no exterior. Aprendi a observar negócios como organismos completos, formados por história, propósito, linguagem, ambiente, comportamento e presença.

Foi nesse caminho que encontrei o branding. Ou talvez tenha sido o branding que finalmente deu nome ao que eu sempre procurei fazer.

Hoje, sou apaixonado por encontrar aquilo que existe de mais verdadeiro em uma marca e transformar essa essência em direção, identidade e presença.

Minha trajetória passou pelo teatro, por campanhas estudantis, marketing digital, design gráfico, mercado imobiliário, educação, arquitetura comercial e experiências de marca. Cada etapa ampliou meu repertório e me ensinou uma nova maneira de enxergar pessoas, negócios e comunicação.

Depois de todos esses anos, compreendi algo que orienta o meu trabalho: não existem marcas pequenas ou grandes. Existem marcas com vida e marcas sem vida.

E é para dar vida, sentido e forma a elas que escolhi estar aqui.

Manifesto

Toda marca carrega uma verdade antes mesmo de carregar um símbolo.

Uma história, uma intenção, uma forma particular de enxergar o mundo. Algo que já existe, mas que nem sempre consegue ser compreendido, expressado ou reconhecido.

Acredito que toda marca carrega uma verdade antes mesmo de carregar um símbolo.

Uma história, uma intenção, uma forma particular de enxergar o mundo. Algo que já existe, mas que nem sempre consegue ser compreendido, expressado ou reconhecido.

É nesse espaço que eu escolhi trabalhar.

Não para inventar aparências. Não para seguir fórmulas. Não para transformar tendências em respostas prontas.

Eu crio para revelar.

Para encontrar clareza onde existem ideias dispersas. Para transformar essência em direção. Para dar forma ao que ainda não encontrou uma maneira de existir no mundo.

Porque design sem significado é apenas superfície.

Uma marca não se torna forte pelo excesso de elementos, pelo volume da comunicação ou pela repetição de discursos vazios. Ela se fortalece quando existe coerência entre aquilo que acredita, aquilo que entrega e aquilo que demonstra.

Por isso, cada escolha precisa ter intenção. Cada forma precisa sustentar uma ideia. Cada palavra precisa carregar verdade. Cada detalhe precisa contribuir para algo maior.

Acredito na estratégia como o ponto de partida. Na criatividade como ferramenta de transformação. Na simplicidade como resultado de um pensamento profundo. Na autenticidade como o único caminho capaz de atravessar o tempo.

Também acredito que marcas não existem isoladas. Elas criam relações, movimentam pessoas, constroem pertencimento, influenciam percepções e deixam marcas muito além daquilo que vendem.

É por isso que não trabalho apenas para fazer negócios parecerem melhores.

Trabalho para ajudá-los a compreender quem são, assumir o lugar que desejam ocupar e se expressar com a força de quem tem algo verdadeiro para dizer.

Eu escuto. Questiono. Organizo. Conecto. E transformo significado em presença.

Porque quando uma marca encontra sua verdade, ela não precisa gritar para ser percebida.

Ela faz sentido. Ela ocupa seu espaço. Ela permanece.

Henrique Coltri Estratégia que ganha forma.

Experiência com marcas

Marcas com as quais já trabalhei.

Algumas marcas atendidas em projetos próprios e durante minha atuação em agências e escritórios.

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